Em torno de sua inocência
Ele a agarrou enquanto ela vagava com o vento,
seduziu-a em seu esconderijo secreto,
então coberto com o peso dele até ela ficar presa
um cativo indefeso, mantido sem um cuidado.
Ele se envolveu em torno de sua inocência
e através do congelamento do inverno, com ele ela
no leito sujo, entre os aromas apodrecidos
de outros, ele havia aprisionado e desviado do caminho.
Enquanto na sombra de sua sujeira, ela semeou
seus sonhos de amantes imaculados ao sol.
Ela se banhava em gotas da neve derretida
então subiu para terminar o que ela havia começado.
Emergindo do aperto em ruínas da terra, ela pula.
A plântula espigada espalha suas asas frondosas