O Resgate do Olhar: Poemia Crônica está de volta.
O mar nunca esquece o casco de um navio antigo. Depois de anos em silêncio, a bússola voltou a girar.
Não trago ouro, trago tempo . Não trago pressa, trago o atraso necessário para ver o que ninguém vê.
Sou o número 426083 (26.10.2017) pedindo licença para atracar. A bagagem? Vídeos, silêncios e uma "doença" bendita chamada poesia.
A conversa está limpa. As velas, abertas. Quem ainda está no porto para ver o sol nascer?
Poemia Crônica_Oficial* (2009)
tekabybrazil
